quarta-feira, 30 de maio de 2018

Festa da Criança

No dia 30 de maio fomos à Mata da Rainha D. Leonor participar na Festa da Criança.


Quando chegámos conhecemos o Homem-Árvore.

Fizemos muitos jogos !

Paraquedas     |    Jogo das latas.

Brincámos muitos nos insufláveis.

Escalar | Escorregar
Gostámos do insuflável do Homem-aranha.

Ouvimos a fábula  " A Raposa e o Grou".

Experimentámos instrumentos musicais construídos com materiais da natureza recolhidos na Mata.


Fizemos um piquenique debaixo dos plátanos. 
Gostámos da contadora de histórias.
Dançámos.

Participámos no atelier de cerâmica.



Com  os quadrados de todas as crianças vai ser construído um painel gigante. 
O tema é o mar.

Experimentámos jogar badminton.
Aprendemos que este jogo se joga com uma raqueta e um volante.
O volante é feito com penas de ganso.

Jogámos no campo de futebol.

Ainda havia mais atividades para fazer, mas já não tivemos tempo ...


sábado, 26 de maio de 2018

Brincas Comigo?



Os direitos da criança a brincar, por Eduardo Sá:

1. As crianças têm direito a brincar todos os dias.

Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr brincar a rimar com aprender). Em casa e ao ar livre – no quarto como num parque – sob o olhar, discreto, dos seus pais. Brincar só ao fim de semana não é brincar: é pôr uma agenda no lugar do coração.


 2. As crianças têm direito a exigir o brincar como o principal de todos os deveres.

As crianças têm o direito a defender a primazia do brincar sobre todas as tarefas. A fórmula: «primeiro, fazes os deveres e, depois, brincas», tão do agrado dos pais, é proibida! Só depois do brincar vem o trabalho.


3. As crianças têm direito a unir brincar com aprender.

Brincar é o “aparelho digestivo” do pensamento. Liga a imaginação com tudo o que se aprende. Quem não brinca imita, repete, fabula, falseia ou finge. Mas zanga-se, sem redenção, com o aprender!


4. As crianças têm direito a não saber brincar.

Brincar é uma sabedoria que nunca se detém: inventa-se, descobre-se, deslinda-se, desvenda-se. Brincar é confiar: no desconhecido, no que se brinca, com quem se brinca. Crianças sossegadinhas são brinquedos à espera dos pais para brincar.


5. As crianças têm direito a descobrir que os melhores brinquedos são os pais.

Apesar disso, têm direito a requisitar tudo o que entendam para brincar. Têm direito a brincar com as almofadas, com caixas de cartão, com os dedos, e com tudo o mais que entendam, por mais que não sejam objectos convencionados para brincar. Tudo aquilo que não serve para brincar não presta para descobrir e com brinquedos de mais brinca-se de menos.


6. As crianças têm o direito a desarrumar todos os brinquedos.

(e a arrumá-los, de seguida, com um toque… pessoal). Têm direito a desmanchar os que forem mais misteriosos, mais rezingões ou, até, os divertidos. Quando brincam, têm direito a ter a vista na ponta dos dedos, a cheirar, a sentir, a falar, a rir ou a chorar. Não há, por isso, brinquedos maus! A não ser aqueles que servem para afastar as pessoas com quem se pode brincar.


7. As crianças têm direito a brincar para sempre.

A Infância nunca morre: apenas adormece. E quem, crescimento fora, se desencontra do brincar, não perceberá, jamais, que não há crianças se não houver brincar.




quarta-feira, 23 de maio de 2018

O prazer de Construir

Pensar | Criar
Brincar 



Olhar



Observar | Registar



Letras





Simetrias? 
 


Padrão