(Aqui fica o trailer para ficarmos entusiasmados com o filme que iremos ver.)
"Tenho tanto que brincar, como brinca um brincador, muito mais o que sonhar, como sonha um sonhador, e também que imaginar, como imagina um imaginador" (Álvaro Magalhães)
domingo, 18 de dezembro de 2016
Vaiana - Um Mar de Aventuras
sábado, 17 de dezembro de 2016
Preparando o Natal...
Escrevemos cartas para os Amigos
Recebemos correspondência com mensagens de Natal.
Escrevemos cartas para o Pai Natal.
Construímos um pinheiro alto e verde.
Etiquetas:
Correspondência,
expressão e comunicação,
Natal
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Natal é Festa!
Natal é tempo de juntar a família e festejar !
Obrigado Pai Natal!
Bem-Haja a todos os Pais e Mães,
por terem preparado esta surpresa para as crianças.
Gostámos muito!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Presépio
Com troncos de árvore, bugalhos, pinhas, paus, caruma, areia,... construímos uma família como a do presépio.
O Natal é a família!
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
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Capitulo 1 - O AMIGO
Era uma vez uma casa pintada de amarelo com um jardim à volta.
No jardim havia tílias, bétulas, um cedro muito antigo, uma cerejeira e dois plátanos.
Era debaixo do cedro que Joana brincava. Com musgo e ervas e paus fazia muitas casas pequenas encostadas ao grande tronco escuro. Depois imaginava os anõezinhos que, se existissem, poderiam morar naquelas casas. E fazia uma casa maior e mais complicada para o rei dos anões.
Joana não tinha irmãos e brincava sozinha. Mas de vez em quando vinham brincar os dois primos ou outros meninos. E, às vezes, ela ia a uma festa. Mas esses meninos a casa de quem ela ia e que vinham a sua casa não eram realmente amigos: eram visitas. Faziam troça das suas casas de musgo e maçavam-se imenso no seu jardim.
E Joana tinha muita pena de não saber brincar com os outros meninos. Só sabia estar sozinha.
Mas um dia encontrou um amigo. Foi numa manhã de Outubro.
Joana estava encarrapitada no muro. E passou pela rua um garoto. Estava todo vestido de remendos e os seus olhos brilhavam como duas estrelas. Caminhava devagar pela beira do passeio sorrindo às folhas do Outono. O coração de Joana deu um pulo na garganta.
— Ah! — disse ela. E pensou:
«Parece um amigo. É exactamente igual a um amigo.» E do alto do muro chamou-o:
— Bom dia!
O garoto voltou a cabeça, sorriu e respondeu:
— Bom dia!
Ficaram os dois um momento calados.
Depois Joana perguntou:
— Como é que te chamas?
— Manuel — respondeu o garoto.
— Eu chamo-me Joana.
E de novo entre os dois, leve e aéreo, passou um silêncio. Ouviu-se tocar ao longe o sino de uma quinta. Até que o garoto disse:
— O teu jardim é muito bonito.
— É, vem ver.
Joana desceu do muro e foi abrir o portão.
E foram os dois pelo jardim fora. O rapazinho olhava uma por uma cada coisa. Joana mostrou-lhe o tanque e os peixes vermelhos. Mostrou-lhe o pomar, as laranjeiras e a horta. E chamou os cães para ele os conhecer. E mostrou-lhe a casa da lenha onde dormia um gato. E mostrou-lhe todas as árvores e as relvas e as flores.
— É lindo, é lindo — dizia o rapazinho gravemente. — Aqui — disse Joana — é o cedro. É aqui que eu brinco. E sentaram-se sob a sombra redonda do cedro.
A luz da manhã rodeava o jardim: tudo estava cheio de paz e de frescura. Às vezes do alto de uma tília caía uma folha amarela que dava voltas no ar.
Brincaram assim durante muito tempo.
Até que ao longe apitou uma fábrica.
— Meio-dia — disse o garoto — tenho de me ir embora.
— Onde é que tu moras?
— Além nos pinhais.
— É lá a tua casa?
— É, mas não é bem uma casa.
— Então?
— O meu pai está no céu. Por isso somos muito pobres. A minha mãe trabalha todo o dia mas não temos dinheiro para ter uma casa.
— Mas à noite onde é que dormes?
— O dono dos pinhais tem uma cabana onde de noite dormem uma vaca e um burro. E por esmola dá-me licença de dormir ali também.
— E onde é que brincas?
— Brinco em toda a parte. Dantes morávamos no centro da cidade e eu brincava no passeio e nas valetas. Brincava com latas vazias, com jornais velhos, com trapos e com pedras. Agora brinco no pinhal e na estrada. Brinco com as ervas, com os animais e com as flores. Pode-se brincar em toda a parte.
— Mas eu não posso sair deste jardim. Volta amanhã para brincar comigo.
E daí em diante todas as manhãs o rapazinho passava pela rua. Joana esperava-o empoleirada em cima do muro.
Abria-lhe a porta e iam os dois sentar-se sob a sombra redonda do cedro.
E foi assim que Joana encontrou um amigo.
Era um amigo maravilhoso. As flores voltavam as suas corolas quando ele passava, a luz era mais brilhante em seu redor e os pássaros vinham comer na palma das suas mãos as migalhas de pão que Joana ia buscar à cozinha.
Sophia de Mello Breyner Andresen, editado em 1959
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Contos | Sons | Leituras
No dia 6 de dezembro fomos à sala estúdio do Teatro da Rainha assistir ao espectáculo " Contos Contados Com Som" pelo Teatro Electroacústico.
" Gostámos de todas as histórias."
" Ouvimos quatro histórias : A estrela do Mar foi viajar; A velha e o ladrão; O Pastorinho e o ladrão; e Nuno e os Monstros".
" Gostámos mais da história do Nuno e os Monstros porque tinha sons assustadores!"
" Ouvimos sons e música"
" Podíamos imaginar coisas sem fechar os olhos..."
" Estava escuro!"
" Vi as cortinas lá ao fundo"
" Vi as cortinas lá ao fundo"
Aproveitámos para ir à Biblioteca Municipal que neste dia fazia 19 anos.
Mas tivemos pouco tempo para as leituras...
sábado, 3 de dezembro de 2016
Árvore de Natal
Participámos no Concurso e exposição de Árvores de Natal organizado pela ACCCRO - Associação Empresarial de Caldas da Rainha e Oeste, com uma árvore de Natal construída em conjunto com o 1ºciclo.
A nossa árvore tem muitas estrelas brilhantes, corações...
Também tem bonecos de gengibre, notas de música e cogumelos...
A árvore está na cidade à espera da vossa visita!
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