terça-feira, 8 de março de 2016

Viagem ao Egito


Querem saber por onde andámos a viajar?

EGITO
 e
DESERTO do SAARA

Só precisámos de um livro com o mapa e muita imaginação!
( e uma guia , mãe de um menino do JI)


No rio Nilo vivem muitos Crocodilos do Nilo.
Descobrimos outros animais no mapa: o escorpião, o gato do deserto, a raposa do deserto, o rato-canguru, o falcão, a cobra...

Os egípcios faziam folhas, que usavam para escrever, com papiro.
O papiro é uma planta que cresce ao pé do rio.

Observámos as pinturas dos deuses do Egito no papiro.
As letras pareciam desenhos e chamam-se hieróglifos.
Observámos as "letras" e descobrimos as " letras" dos nossos nomes.

Vimos um dromedário e visitámos as pirâmides do faraó.
Durante a visita às pirâmides encontrámos uma múmia.
Gostámos muito da múmia.


E, para terminar a viagem comemos tâmaras muito doces!




segunda-feira, 7 de março de 2016

Partilhar Leituras - O Gigante Egoísta

Os colegas do 1º ciclo vieram à nossa sala partilhar a leitura do conto " O GIGANTE EGOÍSTA " de Oscar Wilde.

 "Todas as tardes, quando vinham da escola, as crianças iam brincar para o jardim do Gigante. Era um jardim grande magnífico, coberto de relva macia e verde. Aqui e ali despontavam flores lindas como estrelas e havia doze pessegueiros que, com a chegada da Primavera, floresciam em tons de cor-de-rosa e pérola e, no Outono, ficavam carregados de esplêndidos frutos. As aves pousavam nas árvores e cantavam tão suavemente que as crianças interrompiam os seus jogos para as ouvir.
- Que bem que se está aqui! -diziam umas às outras.
Um dia, o Gigante regressou. Tinha ido visitar o seu amigo, o Ogre da Cornualha, e demorara-se por lá sete anos. Ao fim de sete anos, tinha dito tudo o que havia para dizer, porque a sua conversa era limitada, e decidiu voltar ao castelo. Quando chegou, viu as crianças a brincar no jardim.
- Que fazeis aqui? -gritou ele, com voz severa.
E as crianças fugiram.
-Este jardim é muito meu – sentenciou o Gigante.
-Que todos o fiquem sabendo. Não consinto que ninguém venha para aqui divertir-se a não ser eu próprio.
Ergueu então um muro muito alto a toda a volta do jardim e afixou nele o seguinte aviso:
É proibida a entrada Os transgressores serão castigados.
Era muito egoísta este Gigante. Agora as pobres crianças não tinham onde brincar. Tentaram brincar na estrada, mas havia muita poeira e pedras grossas, o que não lhes agradou. Depois das aulas, vagueavam à roda do muro, conversando sobre o belo jardim que existia do outro lado.
- Como éramos felizes lá dentro! -comentavam entre si.
Chegou então a Primavera e por todo o lado havia flores e chilreavam avezinhas. Só no jardim do Gigante continuava o Inverno. As aves não lhes apetecia ir lá cantar porque não havia crianças e as árvores esqueceram-se de florir. Um dia, uma linda flor ergueu a cabeça acima da relva, mas, quando viu o aviso, teve tanta pena das crianças que se sumiu de novo na terra e adormeceu. Os únicos seres satisfeitos eram a Neve e a Geada.
- A Primavera esqueceu-se deste jardim! -exclamavam elas. - Por isso, podemos ficar aqui todo o ano.
A Neve cobriu a relva com o seu imenso manto branco e a Geada pintou de prata todas as árvores. Convidaram depois para viver com elas o Vento Norte que aceitou o convite. Estava envolto em peles e rugia todo o dia pelo jardim, derrubando as chaminés.
- Que lugar admirável! -disse ele. -Temos de convidar também o Granizo.
E, assim, veio o Granizo. Diariamente, durante três horas, rufava nos telhados até partir a maior parte das ardósias e corria, depois, pelo jardim, o mais depressa que lhe era possível. Vestia de cinzento e tinha um hálito frio como gelo.
- Não percebo porque é que a Primavera tarda tanto -pensava o Gigante Egoísta sentado à janela a olhar para o seu jardim branco de neve.
-Espero que o tempo melhore.
Mas a Primavera nunca veio e nunca veio o Verão. Com o Outono, chegavam frutos maduros a todos os jardins, menos ao do Gigante.
- O Outono é muito egoísta, -considerava o Gigante, enquanto o Inverno reinava no seu jardim e o Vento Norte, a Geada, o Granizo e a Neve dançavam por entre as árvores.
Uma bela manhã, estava o Gigante ainda deitado, mas já desperto, quando ouviu uma música encantadora. Soava tão docemente aos seus ouvidos que supôs serem os músicos do rei que passavam. Na realidade, era apenas um pintarroxo que lhe cantava à janela; mas havia já tanto tempo que não ouvia o canto dos pássaros no seu jardim que aquilo lhe pareceu a música mais bela do mundo. Então o Granizo deixou de rufar-lhe nos telhados, o Vento Norte deixou de rugir e chegou-lhe, pela janela aberta, um perfume delicioso.
- Parece que a Primavera chegou, finalmente! -exclamou o Gigante, saltando da cama e olhando para o jardim. E que viu ele? Viu um espectáculo deslumbrante. Por um buraco pequeno no muro, as crianças tinham passado para o jardim e estavam empoleiradas nos ramos das árvores. Havia uma criança em cada árvore. E as árvores ficaram tão contentes com o regresso da pequenada que de novo se cobriram de flores e agitavam suavemente os ramos sobre as suas cabecitas. As aves esvoaçavam e chilreavam alegremente, as flores, por entre a relva, espreitavam e riam. Era um espectáculo encantador e só num recanto do jardim permanecia ainda o Inverno. Ali estava um miúdo tão pequeno que não conseguia trepar à árvore e andava de um lado para o outro, chorando amargamente. A pobre árvore continuava cheia de neve e geada; por cima dela ainda soprava e rugia o Vento Norte.
- Sobe, meu menino -disse a árvore, inclinando os ramos o mais que podia, mas a criança era pequenina demais. O coração do Gigante enterneceu-se, ao olhar lá para fora.
-Tenho sido tão egoísta! -reconheceu ele. - Agora percebo a razão por que a Primavera não aparecia. Vou pôr o rapazinho em cima da árvore e depois vou derrubar o muro. O meu jardim será, para sempre o lugar de recreio das crianças.
Estava realmente arrependido do que tinha feito. Desceu então a escada, abriu a porta devagarinho e chegou ao jardim. Mas as crianças, ao vê-lo, fugiram aterradas, e o Inverno voltou ao jardim. Só o rapazinho não fugiu, porque tinha os olhos cheios de lágrimas e não se apercebeu da chegada do Gigante. O Gigante, aproximando-se cautelosamente, pegou-lhe com todo o carinho e pô-lo em cima da árvore. Logo a árvore se encheu de flores, vieram pássaros cantar e o rapazinho, estendendo os braços para o Gigante, abraçou-o e beijou-o. As outras crianças, quando viram que o Gigante já não era mau, voltaram a correr; e com elas voltou a Primavera.
- Agora, este jardim é vosso, meus meninos! -declarou o Gigante.
Pegou então numa picareta enorme e derrubou o muro. E, ao meio-dia, as pessoas que iam para o mercado viram o Gigante a brincar com as crianças no mais belo jardim que jamais tinham contemplado. Brincaram todo o santo dia e, quando a noite chegou, foram despedir-se do Gigante.
- Onde está o vosso companheiro? -perguntou ele. -Aquele que eu pus em cima da árvore. O Gigante gostava muito dele porque o tinha beijado.
- Não sabemos nada dele -responderam as crianças. -Foi-se, embora.
- Se o virem, digam-lhe que não falte amanhã. As crianças responderam que não sabiam onde ele morava e que antes nunca o tinham visto; e o Gigante ficou muito triste.
Todas as tardes, ao saírem da escola, as crianças vinham brincar com o Gigante. Mas o rapazinho de quem o Gigante mais gostava não voltou a ser visto. O Gigante era muito bondoso para todas as crianças, mas suspirava pelo seu primeiro amiguinho e falava dele muitas vezes. Gostava tanto de o tornar a ver! -repetia ele. Passaram os anos e o Gigante envelheceu e enfraqueceu muito. Como já não podia brincar, sentava-se numa poltrona enorme a ver brincar as crianças e a admirar o seu jardim.
- Tenho muitas flores bonitas -dizia - , mas as crianças são as mais bonitas de todas. (...)"
Oscar Wilde, 1854 - 1900

sexta-feira, 4 de março de 2016

Comer Sopa Faz Bem à Saúde!

Recebemos a visita da enfermeira Teresa Bilhastre  e da técnica de saúde ambiental Ana Rodrigues que vieram à escola apresentar a : 
" História da Alimentação Saudável - Sopa de Pedra Saudável" 




Esta sessão de Educação para a Saúde teve como finalidade sensibilizar as crianças para o beneficio da ingestão de sopa ( rica em hortaliças e leguminosas) e dar a conhecer a diversidade dos alimentos saudáveis para a confeção da sopa.



 Fomos capazes de dizer os nomes dos alimentos que estavam na panela da sopa : cabeça de nabo, cebola, dente de alho, brócolos, batatas, feijão seco, courgette e cenoura (e... a pedra!)
Ficámos também a saber que é importante lavar muito bem os alimentos antes de os cozinhar.

Aprendemos a identificar o louro, a salsa e os coentros através do aroma, mas foi uma tarefa um bocadinho difícil.
Para temperar a sopa devemos usar azeite e só um pouco de sal.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Semeámos plantas aromáticas


Enquanto o tempo não melhora para fazermos as sementeira na Horta, vamos aproveitando para fazer as sementeiras no interior.

Desta vez semeámos algumas plantas aromáticas.


 Estas sementes são do rosmaninho.

 Depois de regar, é tempo de ficar à espera...
(observar e cuidar)

quarta-feira, 2 de março de 2016

Visita ao Museu da Cerâmica

Fomos visitar o Museu da Cerâmica  que está instalado no antigo palacete do Visconde de Sacavém, no Avenal ( Caldas da Rainha).


Gostei de ver as gárgulas , que estavam cá fora.
Parecia que tinham cara de urso!


 Vimos o gatinho preto e o cãozinho, que devem ser amigos... gostámos deles.



Eu vi um leão numa jarra.
Eu gostei dos lobos que estavam a atacar um veado.
Gostámos de ver os touros bravos.
Vi uma coisa divertida, que era uma orelha gigante!
Descobrimos jogos das crianças nos azulejos da lareira.

 
Tocámos no azulejo que tinha relevo. 
Vimos muitos sapos!

 Participámos no Atelier de Cerâmica.
Com a ajuda da ceramista Teresa modelamos muitos gatinhos.

 
 


Depois, na nossa sala fizemos o registo da visita ao Museu.

terça-feira, 1 de março de 2016

Pinturas do tempo da pré-história


Há muito, muito tempo , os Homens da Pré-História pintavam as paredes das cavernas com barro, carvão e sangue de animais ( e ainda, ossos carbonizados, vegetais e óxidos minerais que misturavam em gordura dos animais caçados).
 Não sabiam escrever nem fazer letras.

Nós observámos as pinturas das mãos em negativo, ou seja uma silhueta.
Os Homens pré-históricos usavam pó colorido de rochas, depois  sopravam através de um canudo, sobre a mão pousada na parede da caverna. A região em volta da mão ficava colorida e a parte coberta, não. 

 Pintámos as mãos com carvão e giz misturado com óleo.



Observámos imagens com pinturas de animais .
Na Caverna de Chauvet, descoberta em 1994 em França, há ursos, panteras, cavalos, mamutes, hienas, dezenas de rinocerontes peludos e outros animais.

Desenhámos animais com carvão.


 Pintámos. 




 Aprendemos como eram as pinturas rupestres dos Homens das Cavernas.
As nossas pinturas ficaram assim...


Croods, uma família da pré-história!

Um filme de animação divertido
 de uma família que vive no tempo da pré-história!