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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

É Natal, nasceu um Bebé!


Não é só na chaminé
Com o Pai Natal ao pé
Nem pinheiro, nem estrelinha
Natal é uma adivinha. 

Sabem o que é?
Sabem o que é?
É Natal nasceu um bebé

Ontem, hoje e amanhã
E tu nem sequer sabias,
Que não é só em dezembro
Natal é todos os dias!

Partilhámos uma mensagem de Natal,
 dentro de caixas-surpresa, com os amigos.

É Natal, nasceu um bebé!
  

Esperamos que tenham gostado (e aprendido) a adivinha do Natal...

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Presépio em Movimento

Com areia fizemos os caminhos no presépio.

 
Agora, apetece mesmo brincar ...

Olha ali um carro de bombeiros! 

Onde vão os Bombeiros? Vão buscar água à fonte?

O que se passa no rio?
A lavadeira está a falar com os patinhos.
Quem está ao pé do poço?

A ambulância ia a subir o monte.
No cimo do monte vive o moleiro!

O Táxi ia devagar atrás dos camelos dos Reis Magos.

O autocarro da escola estava na aldeia. 
Havia festa porque estava a chegar o Natal!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Árvores na cidade...

A nossa árvore de Natal já se encontra na cidade e está à espera da vossa visita...


Todas estão diferentes e muito bonitas!

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Árvore de Natal

Pintámos com tinta verde.

Fizemos rãs e nenúfares ( andorinhas e caracóis),
 inspirados na cerâmica do Bordallo.

As decorações da árvore ficaram prontas!

Agora, mãos à obra...







A nossa árvore vai estar exposta na avenida 1º de maio, nas Caldas da Rainha.
Visitem! 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Babushka



Está a chegar o Dia de Reis.

É tempo de ...




Ler uma história e seguir a estrela!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Feliz Natal




Capitulo 3 - A ESTRELA

 Quando se viu sozinha no meio da rua teve vontade de voltar para trás. As árvores pareciam enormes e os seus ramos sem folhas enchiam o céu de desenhos iguais a pássaros fantásticos. E a rua parecia viva. Estava tudo deserto. Àquela hora não passava ninguém. Estava toda a gente na Missa do Galo. As casas, dentro dos seus jardins, tinham as portas e as janelas fechadas. Não se viam pessoas, só se viam coisas. Mas Joana tinha a impressão de que as coisas a olhavam e a ouviam como pessoas.
«Tenho medo», pensou ela.
Mas resolveu caminhar para a frente sem olhar para nada.
Quando chegou ao fim da rua virou à direita e meteu a um atalho entre dois muros. E no fim do atalho encontrou os campos, planos e desertos. Ali, sem muros nem árvores nem casas, a noite via-se melhor. Uma noite altíssima e redonda e toda brilhante.
O silêncio era tão forte que parecia cantar. Muito ao longe via- se a massa escura dos pinhais.
«Será possível que eu chegue até lá?», pensou Joana.
Mas continuou a caminhar.
Os seus pés enterravam-se nas ervas geladas. Ali no descampado soprava um curto vento de neve que lhe cortava a cara como uma faca.
«Tenho frio», pensou Joana.
Mas continuou a caminhar.
À medida que se ia aproximando dele, o pinhal ia-se tornando maior. Até que ficou enorme.
Joana parou um instante no meio dos campos.

«Para que lado ficará a cabana?», pensou ela.

E olhava em todas as direcções à procura de um rasto.

Mas à sua direita não havia rasto, à sua esquerda não havia rasto e à sua frente não havia rasto.

«Como é que hei-de encontrar o caminho?», perguntava ela.

E levantou a cabeça.

Então viu que no céu, lentamente, uma estrela caminhava.

«Esta estrela parece um amigo», pensou ela.

E começou a seguir a estrela.
Até que penetrou no pinhal. Então num instante as sombras fizeram uma roda à sua volta. Eram enormes, verdes, roxas, pretas e azuis, e dançavam com grandes gestos. E a brisa passava entre as agulhas dos pinheiros, que pareciam murmurar frases incompreensíveis. E vendo-se assim rodeada de vozes e de sombras Joana teve medo e quis fugir. Mas viu que no céu, muito alto, para além de todas as sombras, a estrela continuava a caminhar. E seguiu a estrela.
Já no meio do pinhal pareceu-lhe ouvir passos.
«Será um lobo?», pensou.
Parou a escutar. O barulho dos passos aproximava-se. Até que viu surgir entre os pinheiros um vulto muito alto que vinha caminhando ao seu encontro.
«Será um ladrão?», pensou.
Mas o vulto parou na sua frente e ela viu que era um rei. Tinha na cabeça uma coroa de oiro e dos seus ombros caía um longo manto azul todo bordado de diamantes.
— Boa noite — disse Joana.
— Boa noite — disse o rei. — Como te chamas?
— Eu, Joana — disse ela.
— Eu chamo-me Melchior — disse o rei. E perguntou:
— Onde vais sozinha a esta hora da noite?
— Vou com a estrela — disse ela.
— Também eu — disse o rei —, também eu vou com a estrela.
E juntos seguiram através do pinhal.
E de novo Joana ouviu passos. E um vulto surgiu entre as sombras da noite.
Tinha na cabeça uma coroa de brilhantes e dos seus ombros caía um grande manto vermelho coberto de muitas esmeraldas e safiras.
— Boa noite — disse ela. — Chamo-me Joana e vou com a estrela.
— Também eu — disse o rei —, também eu vou com a estrela e o meu nome é Gaspar.
E seguiram juntos através dos pinhais. E mais uma vez Joana ouviu um barulho de passos e um terceiro vulto surgiu entre as sombras azuis e os pinheiros escuros.
Tinha na cabeça um turbante branco e dos seus ombros caía um longo manto verde bordado de pérolas. A sua cara era preta.
— Boa noite — disse ela. — O meu nome é Joana. E vamos com a estrela.
— Também eu — disse o rei — caminho com a estrela e o meu nome é Baltasar.
E juntos seguiram os quatro através da noite.
No chão, os galhos secos estalavam sob os passos, a brisa murmurava entre as árvores e os grandes mantos bordados dos três reis do Oriente brilhavam entre as sombras verdes, roxas e azuis.
Já quase no fundo dos pinhais viram ao longe uma claridade. E sobre essa claridade a estrela parou.
E continuaram a caminhar.
Até que chegaram ao lugar onde a estrela tinha parado e Joana viu um casebre sem porta. Mas não viu escuridão, nem sombra, nem tristeza. Pois o casebre estava cheio de claridade, porque o brilho dos anjos o iluminava.
E Joana viu o seu amigo Manuel. Estava deitado nas palhas entre a vaca e o burro e dormia sorrindo.
Em sua roda, ajoelhados no ar, estavam os anjos. O seu corpo não tinha nenhum peso e era feito de luz sem nenhuma sombra.
E com as mãos postas os anjos rezavam ajoelhados no ar.
Era assim, à luz dos anjos, o Natal de Manuel.
— Ah — disse Joana — aqui é como no presépio!
— Sim — disse o rei Baltasar — aqui é como no presépio.
Então Joana ajoelhou-se e poisou no chão os seus presentes.

Sophia de Mello Breyner Andresen, editado em 1959

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Duendes Marionetas




Neste Natal vamos ter um presente construído por nós. São os nossos Duendes Marionetas!
Para a construção das marionetas usámos tecidos, papel de jornal, fita cola, cola...

  Enchemos o corpo com drakalon. Colámos o barrete. Desenhámos a cara.


 Colámos os botões e depois as pernas e os braços.

 Quando as marionetas ficaram prontas quisemos logo experimentar.

E ainda houve tempo para as histórias, antes de os Duendes ficarem dentro dos embrulhos de Natal.


sábado, 17 de dezembro de 2016

Preparando o Natal...

 Escrevemos cartas para os Amigos

Recebemos correspondência com mensagens de Natal.

Escrevemos cartas para o Pai Natal.
Construímos um pinheiro alto e verde.
 Colámos, pintámos, colorimos. 
 
 ...os duendes pequeninos
e, o grande Pai Natal!